Fazer uma revolução não é fácil. Por muito tempo se pensou em fazer revolução usando armas, ideologias desorientadas, coltadas para direção nenhuma, tendo com Norte a direção para qual o nariz aponta. Por muito se pensou em fazer revolução assim: “Todos unidos, punhos erguidos, vamos unidos lutar e vencer, trabalhadores no poder”. Mas para colocar os trabalhadores no poder é necessário dar-lhes a noção elementar do que é o poder.
Não adianta dar aos oprimidos o poder, o que vai acontecer se estes tomarem o poder é uma nova opressão dos antigos opressores. A ditadura, antes política, atualmente social, cultural e econômica permanecerá, mas ao invés de a burguesia oprimir o proletariado, o proletariado irá oprimir a burguesia. Assim não haverá revolução, apenas uma inversão da hierarquia de classes.
A revolução não começa com protestos de massas nas ruas, com boicotes ou impeachments, a revolução deve começar com a mudança de mentalidades, uma de cada vez, e só quando as mentes forem mudadas é que começarão a ser espalhados os panfletos e as massas vão às ruas. A revolução armada já foi experimentada e se deu como fracassada, é necessária uma revolução nas ideias.
Do que adianta matar ou depor um governante? De que adianta tirar alguém do poder se não se tem alguém qualificado para ocupar tal cargo. Não basta então apenas tirar o líder corrupto, tem que ter outra pessoa com conhecimento e astúcia suficientes para ocupar tal cargo. No Brasil contemporâneo, o revolucionário não pode mais ser o desinformado, o esporádico, o que age desorientadamente, como um xiita, ele tem que ser um acadêmico, um pensador, um agente social.
O povo brasileiro precisa ser desbestificado, descoisificado, desimbecilizado. Só assim é que ocorrerá de fato uma revolução, pois a verdadeira revolução é a que ocorre dentro da cabeça de cada um, a externalização disso, a organização de movimentos são apenas consequências disso. Só quando os ideólogos tomarem essa consciência é que teremos de fato uma revolução digna e tiraremos essa corja de crápulas que dizem administrar o país, os estados e as cidades.
"O caráter de um homem deve ser medido pela sua disposição em sacrificar-se em prol de suas crenças" (Carlos Marighela)
Frase da semana
A manifestação popular é a legitimação da democracia (Dilma Roussef)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Deu zebra!!!, quer dizer, Deu Mazembe!!!
O internacional Sport Club de Porto Alegre, bem que tentou venceu o Chivas na Libertadores, deu o seu melhor no Brasileirão e foi pros Emirados Árabes.
Fazer o que não me pergunte. O time chegou cheio de moral depois do título de 2006, além de ser um time do Brasil, tradicional nesse tipo de competição. Era contado o time que não tinha ao menos um brasileiro jogando.
um recém chegado ao clube dos campeões continentais chega ao Mundial de Clubes com uma desenvoltura característica do seu continente. O "Todo Poderoso Mazembe" esse é o nome do time, ganhou o tradicional Pachuca, e alguns outros, e na semi-final, na estreia do Inter, a festinha africana do "Todo Poderoso", e a dancinha do goleiro Kidiaba, bem como de todo o time após o jogo, foi aplaudida, mas ficou entalada na garganta dos gaúchos.
Aí gauchada, bi mundial tá difícil, só o outro bi que os gaúuchos podem ser por enquanto.
Fazer o que não me pergunte. O time chegou cheio de moral depois do título de 2006, além de ser um time do Brasil, tradicional nesse tipo de competição. Era contado o time que não tinha ao menos um brasileiro jogando.
um recém chegado ao clube dos campeões continentais chega ao Mundial de Clubes com uma desenvoltura característica do seu continente. O "Todo Poderoso Mazembe" esse é o nome do time, ganhou o tradicional Pachuca, e alguns outros, e na semi-final, na estreia do Inter, a festinha africana do "Todo Poderoso", e a dancinha do goleiro Kidiaba, bem como de todo o time após o jogo, foi aplaudida, mas ficou entalada na garganta dos gaúchos.
Aí gauchada, bi mundial tá difícil, só o outro bi que os gaúuchos podem ser por enquanto.
sábado, 11 de dezembro de 2010
The Economist classifica o sistema escolar brasileiro como "muito ruim"
Não é de agora que o sistema escolar brasileiro anda mal das pernas. Aliás, desde que ele foi implantado como estatal pelo governo Getúlio Vargas. Desde que os governos tenderam a uma linha mais elitizada, as escolas públicas perderam a preferência por obras faraônicas.
Desde que o Populismo foi derrotado pelo militarismo elitista, que privou as classes populares do conhecimento acadêmico, as escolas públicas passaram a ser filtradas, apenas os melhores entravam na escola secundária, e posteriormente na universidade. Aos pobres, restava abandonar o estudo ou um curso técnico para ser operário, datilógrafo ou trabalhar na Petrobrás.
Desde então a qualidade das escolas públicas caiu, e muito. Mas devemos nos alegrar depois de oito anos de um governo popular, que faz mais por que mais precisa. Pois as escolas foram melhoradas, pois na época FHC, a revista The Economist classificou o sistema escolar brasileiro como desastroso.
Muito foi feito nas nossas escolas, muito ainda precisa ser feito, a classificação foi muito melhorada, mas dos 65 países analisados nós somos o 53º. Isso mostra uma preocupação dos nossos governantes anteriores com a educação, pois tínhamos uma escola desastrosa, que bestilizava e analfabetizava o povo. Uma escola de péssima qualidade quando era boa.
Agora temos escolas equipadas, mas que precisam ser melhoradas, melhoradas na formação de professores e gestores, cujas metodologias estão há muito com o prazo de validade vencido, modelos arquitetônicos que lembram prisões, quartéis, um lugar de disciplina e submissão, não de diversão, aprendizagem e produção de conhecimento.
Quando a escola tiver em mente que precisa mudar a cabeça dos indivíduos, e não dar-lhe apenas um diploma de burrice, de PHD em apertar parafusos, aí sim a escola será a escola ideal, a escola regular, ou boa, ou ótima, quem sabe até excelente segundo o estudo da The Economist.
A receita é simples, para de focar na formação do profissional e buscar formar o cidadão pensante, o Homo academicus, e não somente o Homo laboriusus. Só assim chegaremos ao grupo dos desenvolvidos, deixaremos de ser emergentes, e teremos uma boa escola pública, consequentemente, bons indicadores sociais
Desde que o Populismo foi derrotado pelo militarismo elitista, que privou as classes populares do conhecimento acadêmico, as escolas públicas passaram a ser filtradas, apenas os melhores entravam na escola secundária, e posteriormente na universidade. Aos pobres, restava abandonar o estudo ou um curso técnico para ser operário, datilógrafo ou trabalhar na Petrobrás.
Desde então a qualidade das escolas públicas caiu, e muito. Mas devemos nos alegrar depois de oito anos de um governo popular, que faz mais por que mais precisa. Pois as escolas foram melhoradas, pois na época FHC, a revista The Economist classificou o sistema escolar brasileiro como desastroso.
Muito foi feito nas nossas escolas, muito ainda precisa ser feito, a classificação foi muito melhorada, mas dos 65 países analisados nós somos o 53º. Isso mostra uma preocupação dos nossos governantes anteriores com a educação, pois tínhamos uma escola desastrosa, que bestilizava e analfabetizava o povo. Uma escola de péssima qualidade quando era boa.
Agora temos escolas equipadas, mas que precisam ser melhoradas, melhoradas na formação de professores e gestores, cujas metodologias estão há muito com o prazo de validade vencido, modelos arquitetônicos que lembram prisões, quartéis, um lugar de disciplina e submissão, não de diversão, aprendizagem e produção de conhecimento.
Quando a escola tiver em mente que precisa mudar a cabeça dos indivíduos, e não dar-lhe apenas um diploma de burrice, de PHD em apertar parafusos, aí sim a escola será a escola ideal, a escola regular, ou boa, ou ótima, quem sabe até excelente segundo o estudo da The Economist.
A receita é simples, para de focar na formação do profissional e buscar formar o cidadão pensante, o Homo academicus, e não somente o Homo laboriusus. Só assim chegaremos ao grupo dos desenvolvidos, deixaremos de ser emergentes, e teremos uma boa escola pública, consequentemente, bons indicadores sociais
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Leitura indiscriminada
- O livro "Caçadas de Pedrinho" de Monteiro Lobato vai continuar sendo usado em sala de aula. Algumas frases que aparecem na história foram consideradas racistas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que pediu que a obras fosse retirada das escolas. A partir de agora, o livro terá uma explicação sobre o contexto em que foi escrito. Algo parecido com o que uma edição já traz sobre a caça à onça. A editora deixa claro que a aventura aconteceu em uma época em que a espécie não estava ameaçada de extinção, nem os animais silvestres eram protegidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Para o ministro da Educação, Fernando Haddad não é o caso de tirar o livro das escolas.
- Décadas se passaram. Expressões que não eram consideradas ofensivas, hoje são. Mas, em se tratando de Monteiro Lobato, de um clássico brasileiro da literatura infantil, nós só temos que contextualizar, advertir e orientar sobretudo o professor sobre como lidar com esse tipo de matéria em sala de aula disse durante entrevista ao Bom Dia Brasil.
O clássico da literatura infantil "Caçadas de Pedrinho" foi publicado pela primeira vez em 1933.
Membros da Academia Brasileira de Letras (ABL) são contrários proposta de censura ao livro. Segundo os imortais, os "professores e formuladores de política educacional deveriam ler a obra e se familiarizar com ela". A ABL sugere ainda que os responsáveis pela educação estimulem uma leitura crítica por parte dos alunos.
Na internet também se multiplicaram as manifestações contrárias ao parecer. Um abaixo assinado, contra a restrição proposta pela CNE, já tem mais de 1.200 assinaturas.
Em nota técnica aprovada por unanimidade e publicada no Diário Oficial da União, o CNE decidiu que:
"A obra Caçadas de Pedrinho só deve ser utilizada no contexto da educação escolar quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil. Isso não quer dizer que o fascínio de ouvir e contar histórias devam ser esquecidos; deve, na verdade, ser estimulado, mas há que se pensar em histórias que valorizem os diversos segmentos populacionais que formam a sociedade brasileira, dentre eles, o negro."
Em outro trecho explica que vê como racista a abordagem da personagem feminina e negra Tia Anastácia e as referências aos personagens animais tais como urubu, macaco e feras africanas. "Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano, que se repete em vários trechos do livro analisado. A crítica feita baseia-se na legislação antirracista brasileira, a partir da promulgação da Constituição de 1988, na legislação educacional em vigor e em estudos teóricos que discutem a necessidade e a importância do trabalho com uma literatura antirracista na escola superando a adoção de obras que fazem referência ao negro com estereótipos fortemente carregados de elementos racistas."
A nota reproduz ainda resposta que a Coordenação Geral do Material Didático, responsável por distribuir o livro por todo o País, deu às perguntas feitas desde o início do processo de avaliação em junho: "(...) naturalmente, como toda leitura escolar, o livro será lido sob a supervisão de um professor que, como leitor maduro, saberá mostrar que trechos isolados não compõem uma obra e que na literatura não é a soma das partes que fazem o todo. Também não deixará de aproveitar para discutir com os seus alunos os aspectos da realidade que a obra busca representar, articulando a leitura do livro com outras leituras e com o próprio cotidiano da escola, do bairro, da cidade e do país. São critérios de avaliação: a qualidade textual, a adequação temática, a ausência de preconceitos, estereótipos ou doutrinações, a qualidade gráfica e o potencial de leitura considerando o público-alvo."
Em seguida, o documento diz que "cabe à Coordenação-Geral de Material Didático do MEC cumprir com os critérios por ela mesma estabelecidos na avaliação dos livros indicados, de que os mesmos primem pela ausência de preconceitos, estereótipos, não selecionando obras clássicas ou contemporâneas com tal teor".
Para o ministro da Educação, Fernando Haddad não é o caso de tirar o livro das escolas.
- Décadas se passaram. Expressões que não eram consideradas ofensivas, hoje são. Mas, em se tratando de Monteiro Lobato, de um clássico brasileiro da literatura infantil, nós só temos que contextualizar, advertir e orientar sobretudo o professor sobre como lidar com esse tipo de matéria em sala de aula disse durante entrevista ao Bom Dia Brasil.
O clássico da literatura infantil "Caçadas de Pedrinho" foi publicado pela primeira vez em 1933.
Membros da Academia Brasileira de Letras (ABL) são contrários proposta de censura ao livro. Segundo os imortais, os "professores e formuladores de política educacional deveriam ler a obra e se familiarizar com ela". A ABL sugere ainda que os responsáveis pela educação estimulem uma leitura crítica por parte dos alunos.
Na internet também se multiplicaram as manifestações contrárias ao parecer. Um abaixo assinado, contra a restrição proposta pela CNE, já tem mais de 1.200 assinaturas.
Em nota técnica aprovada por unanimidade e publicada no Diário Oficial da União, o CNE decidiu que:
"A obra Caçadas de Pedrinho só deve ser utilizada no contexto da educação escolar quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil. Isso não quer dizer que o fascínio de ouvir e contar histórias devam ser esquecidos; deve, na verdade, ser estimulado, mas há que se pensar em histórias que valorizem os diversos segmentos populacionais que formam a sociedade brasileira, dentre eles, o negro."
Em outro trecho explica que vê como racista a abordagem da personagem feminina e negra Tia Anastácia e as referências aos personagens animais tais como urubu, macaco e feras africanas. "Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano, que se repete em vários trechos do livro analisado. A crítica feita baseia-se na legislação antirracista brasileira, a partir da promulgação da Constituição de 1988, na legislação educacional em vigor e em estudos teóricos que discutem a necessidade e a importância do trabalho com uma literatura antirracista na escola superando a adoção de obras que fazem referência ao negro com estereótipos fortemente carregados de elementos racistas."
A nota reproduz ainda resposta que a Coordenação Geral do Material Didático, responsável por distribuir o livro por todo o País, deu às perguntas feitas desde o início do processo de avaliação em junho: "(...) naturalmente, como toda leitura escolar, o livro será lido sob a supervisão de um professor que, como leitor maduro, saberá mostrar que trechos isolados não compõem uma obra e que na literatura não é a soma das partes que fazem o todo. Também não deixará de aproveitar para discutir com os seus alunos os aspectos da realidade que a obra busca representar, articulando a leitura do livro com outras leituras e com o próprio cotidiano da escola, do bairro, da cidade e do país. São critérios de avaliação: a qualidade textual, a adequação temática, a ausência de preconceitos, estereótipos ou doutrinações, a qualidade gráfica e o potencial de leitura considerando o público-alvo."
Em seguida, o documento diz que "cabe à Coordenação-Geral de Material Didático do MEC cumprir com os critérios por ela mesma estabelecidos na avaliação dos livros indicados, de que os mesmos primem pela ausência de preconceitos, estereótipos, não selecionando obras clássicas ou contemporâneas com tal teor".
sábado, 27 de novembro de 2010
Matemática, português e táticas de guerra. Para se proteger da violência crianças vão aprender a sobre tiroteio na escola.
Escolas do Rio treinam alunos para se proteger dos tiroteios
Parece piada do dia da mentira, mas infelizmente não é. Incapaz de combater a violência a prefeitura Municipal resolveu treinar as os alunos para se proteger dos tiroteios. Isso não é nenhum país em guerra, falamos do Brasil. Depois de concluir que cerca de 150 escolas ficam em regiões dominadas pelo tráfico a prefeitura tomou essa medida.
Agora além de português, matemática e das outras matérias do currículo os alunos aprendem táticas de guerra. É um indício do fim dos tempos, banana está comendo macaco. Muros, grades, seguranças e treinamento anti guerra. Estas são as precauções que os cidadãos de bem tem que tomar por conta da ineficiência do Estado em garantir a segurança da população.
Por Luis Gustavo Chapchap em 1,Abr,2009
Parece piada do dia da mentira, mas infelizmente não é. Incapaz de combater a violência a prefeitura Municipal resolveu treinar as os alunos para se proteger dos tiroteios. Isso não é nenhum país em guerra, falamos do Brasil. Depois de concluir que cerca de 150 escolas ficam em regiões dominadas pelo tráfico a prefeitura tomou essa medida.
Agora além de português, matemática e das outras matérias do currículo os alunos aprendem táticas de guerra. É um indício do fim dos tempos, banana está comendo macaco. Muros, grades, seguranças e treinamento anti guerra. Estas são as precauções que os cidadãos de bem tem que tomar por conta da ineficiência do Estado em garantir a segurança da população.
Por Luis Gustavo Chapchap em 1,Abr,2009
SOBRE A ONDA DE VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO
Parece cena de filme norteamericano, mas é no Brasil mesmo. Ás vezes parece-se estar em tempos de ditadura, comunidades sitiadas, toque de recolher impostos por moradores, Estado de Direito ou pelo Estado Paralelo. Mais de 30 mortes, clima de guera civil, quase 80 prisões. Esse é o cenário encontrado no Rio de Janeiro nesse final de mês.
O Estado de Direito está cumprindo o seu papel, o papel de garantir o bem-estar social, o direito de ir e vir dos cidadãos de bem que foram excluidos pelo sistema capitalista. Sistema este que é cada vez mais consolidado pelo próprio Estado de Direito e pelo poder paralelo, que explora os cidadãos que vive em seus territórios de todas as formas.
Quando a Polícia, o Exército e outrans instituições militares agem contra o poder paralelo ela está fazendo valer direitos que todo cidadão tem, os Direitos Humanos foram criados para aqueles que aceivam viver de acordo com as leis propostas pelo Estado ao qual estão subordinados, não para os que não garantem nem zelam por esses direitos.
Quando a polícia mata um bandido, ela não está usando seu trunfo de aparelho coercitivo do Estado para simplesmente matar, ela está usando mo melhor método para acabar com essa violência, pois bandido bom é bandido morto, os presos de nada vale citar, pois têm mais regalias que os soltos.
O Estado de Direito está cumprindo o seu papel, o papel de garantir o bem-estar social, o direito de ir e vir dos cidadãos de bem que foram excluidos pelo sistema capitalista. Sistema este que é cada vez mais consolidado pelo próprio Estado de Direito e pelo poder paralelo, que explora os cidadãos que vive em seus territórios de todas as formas.
Quando a Polícia, o Exército e outrans instituições militares agem contra o poder paralelo ela está fazendo valer direitos que todo cidadão tem, os Direitos Humanos foram criados para aqueles que aceivam viver de acordo com as leis propostas pelo Estado ao qual estão subordinados, não para os que não garantem nem zelam por esses direitos.
Quando a polícia mata um bandido, ela não está usando seu trunfo de aparelho coercitivo do Estado para simplesmente matar, ela está usando mo melhor método para acabar com essa violência, pois bandido bom é bandido morto, os presos de nada vale citar, pois têm mais regalias que os soltos.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Era só o que faltava
Depois de ter de escolher entre um fantoche do Lula e um do FHC, o brasileiro agora tem de aturar por quatro, talvez oito anos a total depravação da cena política brasileira. Não podemos tirar os méritos da Presidente eleita Dilma Roussef. O slogan do nosso presidente nunca foi tão cabível como nesse contexto.
Nunca na História da República tivemos um líder político tão influente e popular no mundo, nunca na história da República tivemos tantos empregos, tantas universidades, tantas escolas e tantas urucubacas políticas no nosso país. A eleição da Dilma, causou um total reboliço no cenário político latinoamericano. Se antes o Lula dialogava tranquilamente com os Neo-bolivarianos, agora a Dilma vai liderar o octeto populista, composto por Fidel, Chávez, Cristina, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega. Claro, o líder tem de ser do maior país, em população, território e economia, mas precisava ser a Dilma?
Agora tem uma revista gringa aí dizendo que ela ta no top 15 dos mais influentes do mundo. Admirável mundo louco, colocam um negro no cargo mais importante, o que é bom até certo ponto, que não a bandeira racial, e a Dilma, o que dizer?
?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
Colocar uma mulher como a Dilma no hall dos mais influentes já é sacanagem, concordemos, deixa o Lula lá mesmo que é bem melhor para o Brasil. Mas não reclamemos, ao menos tem um outro brasileiro no hall dos mais influentes, que não o Fernandinho Beira-mar, o Roberto Jefferson e o Tiririca. Deixa a mulher curtir os 4 anos de fama dela.
Nunca na História da República tivemos um líder político tão influente e popular no mundo, nunca na história da República tivemos tantos empregos, tantas universidades, tantas escolas e tantas urucubacas políticas no nosso país. A eleição da Dilma, causou um total reboliço no cenário político latinoamericano. Se antes o Lula dialogava tranquilamente com os Neo-bolivarianos, agora a Dilma vai liderar o octeto populista, composto por Fidel, Chávez, Cristina, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega. Claro, o líder tem de ser do maior país, em população, território e economia, mas precisava ser a Dilma?
Agora tem uma revista gringa aí dizendo que ela ta no top 15 dos mais influentes do mundo. Admirável mundo louco, colocam um negro no cargo mais importante, o que é bom até certo ponto, que não a bandeira racial, e a Dilma, o que dizer?
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Colocar uma mulher como a Dilma no hall dos mais influentes já é sacanagem, concordemos, deixa o Lula lá mesmo que é bem melhor para o Brasil. Mas não reclamemos, ao menos tem um outro brasileiro no hall dos mais influentes, que não o Fernandinho Beira-mar, o Roberto Jefferson e o Tiririca. Deixa a mulher curtir os 4 anos de fama dela.
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