Escolas do Rio treinam alunos para se proteger dos tiroteios
Parece piada do dia da mentira, mas infelizmente não é. Incapaz de combater a violência a prefeitura Municipal resolveu treinar as os alunos para se proteger dos tiroteios. Isso não é nenhum país em guerra, falamos do Brasil. Depois de concluir que cerca de 150 escolas ficam em regiões dominadas pelo tráfico a prefeitura tomou essa medida.
Agora além de português, matemática e das outras matérias do currículo os alunos aprendem táticas de guerra. É um indício do fim dos tempos, banana está comendo macaco. Muros, grades, seguranças e treinamento anti guerra. Estas são as precauções que os cidadãos de bem tem que tomar por conta da ineficiência do Estado em garantir a segurança da população.
Por Luis Gustavo Chapchap em 1,Abr,2009
"O caráter de um homem deve ser medido pela sua disposição em sacrificar-se em prol de suas crenças" (Carlos Marighela)
Frase da semana
A manifestação popular é a legitimação da democracia (Dilma Roussef)
sábado, 27 de novembro de 2010
SOBRE A ONDA DE VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO
Parece cena de filme norteamericano, mas é no Brasil mesmo. Ás vezes parece-se estar em tempos de ditadura, comunidades sitiadas, toque de recolher impostos por moradores, Estado de Direito ou pelo Estado Paralelo. Mais de 30 mortes, clima de guera civil, quase 80 prisões. Esse é o cenário encontrado no Rio de Janeiro nesse final de mês.
O Estado de Direito está cumprindo o seu papel, o papel de garantir o bem-estar social, o direito de ir e vir dos cidadãos de bem que foram excluidos pelo sistema capitalista. Sistema este que é cada vez mais consolidado pelo próprio Estado de Direito e pelo poder paralelo, que explora os cidadãos que vive em seus territórios de todas as formas.
Quando a Polícia, o Exército e outrans instituições militares agem contra o poder paralelo ela está fazendo valer direitos que todo cidadão tem, os Direitos Humanos foram criados para aqueles que aceivam viver de acordo com as leis propostas pelo Estado ao qual estão subordinados, não para os que não garantem nem zelam por esses direitos.
Quando a polícia mata um bandido, ela não está usando seu trunfo de aparelho coercitivo do Estado para simplesmente matar, ela está usando mo melhor método para acabar com essa violência, pois bandido bom é bandido morto, os presos de nada vale citar, pois têm mais regalias que os soltos.
O Estado de Direito está cumprindo o seu papel, o papel de garantir o bem-estar social, o direito de ir e vir dos cidadãos de bem que foram excluidos pelo sistema capitalista. Sistema este que é cada vez mais consolidado pelo próprio Estado de Direito e pelo poder paralelo, que explora os cidadãos que vive em seus territórios de todas as formas.
Quando a Polícia, o Exército e outrans instituições militares agem contra o poder paralelo ela está fazendo valer direitos que todo cidadão tem, os Direitos Humanos foram criados para aqueles que aceivam viver de acordo com as leis propostas pelo Estado ao qual estão subordinados, não para os que não garantem nem zelam por esses direitos.
Quando a polícia mata um bandido, ela não está usando seu trunfo de aparelho coercitivo do Estado para simplesmente matar, ela está usando mo melhor método para acabar com essa violência, pois bandido bom é bandido morto, os presos de nada vale citar, pois têm mais regalias que os soltos.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Era só o que faltava
Depois de ter de escolher entre um fantoche do Lula e um do FHC, o brasileiro agora tem de aturar por quatro, talvez oito anos a total depravação da cena política brasileira. Não podemos tirar os méritos da Presidente eleita Dilma Roussef. O slogan do nosso presidente nunca foi tão cabível como nesse contexto.
Nunca na História da República tivemos um líder político tão influente e popular no mundo, nunca na história da República tivemos tantos empregos, tantas universidades, tantas escolas e tantas urucubacas políticas no nosso país. A eleição da Dilma, causou um total reboliço no cenário político latinoamericano. Se antes o Lula dialogava tranquilamente com os Neo-bolivarianos, agora a Dilma vai liderar o octeto populista, composto por Fidel, Chávez, Cristina, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega. Claro, o líder tem de ser do maior país, em população, território e economia, mas precisava ser a Dilma?
Agora tem uma revista gringa aí dizendo que ela ta no top 15 dos mais influentes do mundo. Admirável mundo louco, colocam um negro no cargo mais importante, o que é bom até certo ponto, que não a bandeira racial, e a Dilma, o que dizer?
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Colocar uma mulher como a Dilma no hall dos mais influentes já é sacanagem, concordemos, deixa o Lula lá mesmo que é bem melhor para o Brasil. Mas não reclamemos, ao menos tem um outro brasileiro no hall dos mais influentes, que não o Fernandinho Beira-mar, o Roberto Jefferson e o Tiririca. Deixa a mulher curtir os 4 anos de fama dela.
Nunca na História da República tivemos um líder político tão influente e popular no mundo, nunca na história da República tivemos tantos empregos, tantas universidades, tantas escolas e tantas urucubacas políticas no nosso país. A eleição da Dilma, causou um total reboliço no cenário político latinoamericano. Se antes o Lula dialogava tranquilamente com os Neo-bolivarianos, agora a Dilma vai liderar o octeto populista, composto por Fidel, Chávez, Cristina, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega. Claro, o líder tem de ser do maior país, em população, território e economia, mas precisava ser a Dilma?
Agora tem uma revista gringa aí dizendo que ela ta no top 15 dos mais influentes do mundo. Admirável mundo louco, colocam um negro no cargo mais importante, o que é bom até certo ponto, que não a bandeira racial, e a Dilma, o que dizer?
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Colocar uma mulher como a Dilma no hall dos mais influentes já é sacanagem, concordemos, deixa o Lula lá mesmo que é bem melhor para o Brasil. Mas não reclamemos, ao menos tem um outro brasileiro no hall dos mais influentes, que não o Fernandinho Beira-mar, o Roberto Jefferson e o Tiririca. Deixa a mulher curtir os 4 anos de fama dela.
domingo, 31 de outubro de 2010
AINDA BEM QUE O SERRA PERDEU
Entendamos a importância da Vitória de Dilma Russef.
Um dos maiores trunfos da gangue liderada por José Serra é o fato de nos anos do regime militar a presidenta eleita Dilma Russef pegou em armas na luta contra a repressão. Acusam-na de implantar um estado laico, permitir o casamento gay e o aborto, bem como de planejar uma nova ditadura.
Ditadura pior que a social imposta pela burguesia paulista durante os anos do Governo Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, não há, pois a inflação, o desemprego e a alta pobreza na qual se encontrava o povo brasileiro não significavam outra coisa, que não uma ditadura, na qual não há armas, mas pratos e bolsos vazios.
Os gigantescos aumentos de salário, de moradias populares, o crescimento industrial e a independência do Brasil, que a direita, a qual Serra pertence livrou de Portugal e entregou nas garras da Inglaterra e depois dos Estados Unidos, Lula colocou o Brasil como liderança na América Latina, e não como mera neocolônia dos Estados Unidos.
Um dos maiores trunfos da gangue liderada por José Serra é o fato de nos anos do regime militar a presidenta eleita Dilma Russef pegou em armas na luta contra a repressão. Acusam-na de implantar um estado laico, permitir o casamento gay e o aborto, bem como de planejar uma nova ditadura.
Ditadura pior que a social imposta pela burguesia paulista durante os anos do Governo Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, não há, pois a inflação, o desemprego e a alta pobreza na qual se encontrava o povo brasileiro não significavam outra coisa, que não uma ditadura, na qual não há armas, mas pratos e bolsos vazios.
Os gigantescos aumentos de salário, de moradias populares, o crescimento industrial e a independência do Brasil, que a direita, a qual Serra pertence livrou de Portugal e entregou nas garras da Inglaterra e depois dos Estados Unidos, Lula colocou o Brasil como liderança na América Latina, e não como mera neocolônia dos Estados Unidos.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Terminado o resgate dos mineiros presos no Chile
Depois de dois meses presos no subsolo, os trinta e três mineiros, sendo 32 chilenos e 1 boliviano puderam então a partir da noite de ontem tornar a ver a luz natural. Claro que os danos irreparáveis às suas vidas levarão muito para serem devidamente reparados, mas logo eles estarão vivendo normalmente.
Dentre os principais males causados a eles pelo confinamento está a acomodação com a alta umidade do ar, a pouca luz e o convívio com poucas pessoas, mas lembremos que eles aprenderam a viver em equipe, a trabalhar uns pelos outros, a racionar água e comida (o que será importante nos próximos anos, pois já é sabido que dentro em breve a alimentação e a água potável estarão escassas em nosso planeta). E o mais benéfico de tudo o que eles aprenderam, ou melhor, que pudemos aprender com eles, eles nos ensinaram um método de não ser obrigado a assistir ao horário eleitoral.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Sobre o uso indiscriminado de maconha na UFRB/Cachoeira
Há um grupo de pessoas que defendem a descriminalização da maconha. E ainda tem o disparate de argumentar tal proposta mais que estapafúrdia. Os que de dedicam ao patético hábito de fumar maconha dizem que esta não causa sentimentos de ira, como o álcool, que um drogado não agride aquele que assedia a sua parceira, como fazem os alcoólatras; claro que não, na ânsia de entorpecerem-se, acabam por destruir suas casas, suas famílias.
A Cerveja não mata, mas as conseqüências do seu mau uso sim, a cachaça não mata a curto prazo, mas as drogas ilícitas, matam pelo uso, poucos são os que batem o carro dopados, mas muitos são os que morrem por não pagarem pela droga, enquanto a cerveja ou a pinga não paga vai pro prego e fica tudo na amizade.
A maconha é a porta de entrada para um mundo sem volta, onde quem entra sai morto pela polícia, pelos traficantes ou por uma overdose. Além de ser a porta de entrada e o lastro de todo o mercado existente ilegalmente de produção, comércio e transporte dessas substâncias. Esta deve ser banida da sociedade brasileira, bem como o seu uso, pois não há mais respeito aos que não usam, praças, parques e jardins, estacionamentos, universidades, muitos são os lugares onde os entorpecidos fazem uso de seus coveiros.
No Centro de Artes, Humanidades de Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, na cidade de Cachoeira, muitas vezes as aulas tiveram de ser interrompidas, pois professores e alunos estavam fumando passivamente, tendo em vista o fato de a fumaça estar invadindo a sala de aula. A Direção do Centro e a Reitoria da Universidade nada fazem, estão demasiadamente preocupados com suas fazendas e casa de praia, a polícia, inerte pela legislação, fica apenas a aguardar os resultados, como o caso ocorrido em junho de 2010, em que um estudante, delirando de tanto entorpecer-se, caiu nas gélidas águas do Paraguaçu vindo a óbito.
Nada está sendo feito no CAHL para inibir os drogados, eles desrespeitam professores e colegas, fumam indiscriminadamente, removeram uma mesa da lanchonete (que nunca funcionou) para fumar em um local menos escancarado, mas acabam por levar para a sala de aula, impregnada em suas roupas, cabelos e hálitos, a fumaça e o odor insuportável desta droga, que assim como o crack ou a cocaína, mata, de uma forma ou de outra, direta ou indiretamente, mas mata.
O que os estudantes que não usam tal substância deve fazer para não sentir tal fedor? Seria desumano ter de abandonar a faculdade, pois a universidade é um espaço para todos, um espaço democrático, onde devem prevalecer o respeito, e não o uso forçado de tais entorpecentes. A solução é usar máscaras de gás, assim não serão drogados passivos.
A Cerveja não mata, mas as conseqüências do seu mau uso sim, a cachaça não mata a curto prazo, mas as drogas ilícitas, matam pelo uso, poucos são os que batem o carro dopados, mas muitos são os que morrem por não pagarem pela droga, enquanto a cerveja ou a pinga não paga vai pro prego e fica tudo na amizade.
A maconha é a porta de entrada para um mundo sem volta, onde quem entra sai morto pela polícia, pelos traficantes ou por uma overdose. Além de ser a porta de entrada e o lastro de todo o mercado existente ilegalmente de produção, comércio e transporte dessas substâncias. Esta deve ser banida da sociedade brasileira, bem como o seu uso, pois não há mais respeito aos que não usam, praças, parques e jardins, estacionamentos, universidades, muitos são os lugares onde os entorpecidos fazem uso de seus coveiros.
No Centro de Artes, Humanidades de Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, na cidade de Cachoeira, muitas vezes as aulas tiveram de ser interrompidas, pois professores e alunos estavam fumando passivamente, tendo em vista o fato de a fumaça estar invadindo a sala de aula. A Direção do Centro e a Reitoria da Universidade nada fazem, estão demasiadamente preocupados com suas fazendas e casa de praia, a polícia, inerte pela legislação, fica apenas a aguardar os resultados, como o caso ocorrido em junho de 2010, em que um estudante, delirando de tanto entorpecer-se, caiu nas gélidas águas do Paraguaçu vindo a óbito.
Nada está sendo feito no CAHL para inibir os drogados, eles desrespeitam professores e colegas, fumam indiscriminadamente, removeram uma mesa da lanchonete (que nunca funcionou) para fumar em um local menos escancarado, mas acabam por levar para a sala de aula, impregnada em suas roupas, cabelos e hálitos, a fumaça e o odor insuportável desta droga, que assim como o crack ou a cocaína, mata, de uma forma ou de outra, direta ou indiretamente, mas mata.
O que os estudantes que não usam tal substância deve fazer para não sentir tal fedor? Seria desumano ter de abandonar a faculdade, pois a universidade é um espaço para todos, um espaço democrático, onde devem prevalecer o respeito, e não o uso forçado de tais entorpecentes. A solução é usar máscaras de gás, assim não serão drogados passivos.
Greve de Estudantes no Campus Cachoeira da UFRB
Nesta quinta-feira, 02 de setembro, os estudantes do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), na cidade de Cachoeira, fizeram uma paralisação das aulas reivindicando acessibilidade.
Para os conservadores, esse foi um ato de rebeldia dos estudantes, que deveria ser reprimido, para os que reivindicam essa acessibilidade este foi um ato necessário para abrir os olhos da direção do Centro, pois o projeto arquitetônico privilegiou apenas o design, no auditório, tudo perfeito, exceto a iluminação, onde latentes pontos escuros denunciam a farta coleção de lâmpadas queimadas, mas o ar climatizado, o sistema de som com seus microfones e as cadeiras confortáveis, apenas iludem os visitantes. Pois as salas de aula são como fornos, onde professores e alunos cozinham enquanto tentam ter uma aula.
Fora isso há os projetos arquitetônicos, onde a ausência de rampas e escadas distantes, fazem com que se torne o acesso aos pavilhões superiores uma difícil tarefa, no pavilhão do dos cursos de Serviço Social e Ciências Sociais, onde na escada só passa um por vez, escada esta distante do pavimento onde se localiza a direção do centro, com os núcleos acadêmico e técnico, além dos colegiados, este por sua vez é desligado do pavilhão onde ocorrem as aulas de Cinema, História e Museologia. Os elevadores não funcionam, os bebedouros nunca têm água, nos banheiros faltam toalhas de papel, papel higiênico e luz, sem contar nas vezes em que a água é inexistente.
A acessibilidade é um problema no CHAL, pois um cadeirante não tem acesso aos pavimentos superiores, as rampas são inexistentes, uma vez que o projeto de eliminação das escadas foi derrotado, os estudantes do CHAL são guerreiros, pois as vigas enferrujadas e as dificuldades de acessibilidade são um desafio para eles. O protesto foi válido, pois mostra a indignação dos que têm seus direitos negados.
Para os conservadores, esse foi um ato de rebeldia dos estudantes, que deveria ser reprimido, para os que reivindicam essa acessibilidade este foi um ato necessário para abrir os olhos da direção do Centro, pois o projeto arquitetônico privilegiou apenas o design, no auditório, tudo perfeito, exceto a iluminação, onde latentes pontos escuros denunciam a farta coleção de lâmpadas queimadas, mas o ar climatizado, o sistema de som com seus microfones e as cadeiras confortáveis, apenas iludem os visitantes. Pois as salas de aula são como fornos, onde professores e alunos cozinham enquanto tentam ter uma aula.
Fora isso há os projetos arquitetônicos, onde a ausência de rampas e escadas distantes, fazem com que se torne o acesso aos pavilhões superiores uma difícil tarefa, no pavilhão do dos cursos de Serviço Social e Ciências Sociais, onde na escada só passa um por vez, escada esta distante do pavimento onde se localiza a direção do centro, com os núcleos acadêmico e técnico, além dos colegiados, este por sua vez é desligado do pavilhão onde ocorrem as aulas de Cinema, História e Museologia. Os elevadores não funcionam, os bebedouros nunca têm água, nos banheiros faltam toalhas de papel, papel higiênico e luz, sem contar nas vezes em que a água é inexistente.
A acessibilidade é um problema no CHAL, pois um cadeirante não tem acesso aos pavimentos superiores, as rampas são inexistentes, uma vez que o projeto de eliminação das escadas foi derrotado, os estudantes do CHAL são guerreiros, pois as vigas enferrujadas e as dificuldades de acessibilidade são um desafio para eles. O protesto foi válido, pois mostra a indignação dos que têm seus direitos negados.
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