A Comissão Nacional de Eleicões divulgou ontem os resultados eleitorais. A Frelimo e seu candidato, Armando Emílio Guebuza são os grandes vencedores. Afonso Dlhakama, líder da Renamo, diz que houve graves irregularidades no processo eleitoral, por isso, segundo ele, as eleicões devem ser anuladas. É estranho que a Renamo esteja a "reclamar" somente nos órgãos de comunicacão social, quando a legislacão eleitoral por si também aprovada na Assembleia da República confere um prazo para apresentacão de reclamacões à CNE. Ora, o Prof Leopoldo da Costa, Presidente da CNE disse ontem que não recebeu reclamacões de Partidos Políticos. A Renamo tem que reflectir acerca do seu futuro no panorama político nacional. É uma organizacão desorganizada. É muito perigoso confiar neste Partido.
texto estraído de O quotidiano de Moçambique
"O caráter de um homem deve ser medido pela sua disposição em sacrificar-se em prol de suas crenças" (Carlos Marighela)
Frase da semana
A manifestação popular é a legitimação da democracia (Dilma Roussef)
sábado, 8 de maio de 2010
E viva o terceiro mandato de Lula
precisa comentar mais alguma coisa. Está na cara que a candidatura de Dilma é para que ela sejaum fantoche nas mãos de LULA, mas é muito melhor do que o país voltar a ser loteado e vendido por Serra que seá um continuador da prostituição da Pátria iniciada por FHC
sábado, 1 de maio de 2010
SOBRE O DIA DO TRABALHADOR
Por: Everton Marques de Carvalho
Por volta de 1860 ocorreu ao redor do dia 1º de maio nos Estados Unidos uma greve geral, poucos anos depois foi instituído com esse caráter sindicalista o dia do trabalhador, não demorou muito e a marca do capitalismo usurpou dos trabalhadores a primeira de suas con-quistas, o seu feriado. Desde então o dia passou a chamar-se “Dia do Trabalho”, ou seja, o trabalho passou a ser mais importante que o trabalhador.
O Brasil especializou-se em camuflar as lutas trabalhistas e criar uma nação de Paz e Amor. Nesse dia, os patrões deixam de lado a sua marca fundamental que é a cara fechada e as ordens aos trabalhadores e passam a dar-lhes presentes, festas. Fazem com que os traba-lhadores pensem que são bonzinhos, que não os enxergam como engrenagens das grandes máquinas que são as suas indústrias.
O 1º de maio não é um dia para se celebrar o trabalho, é um dia para lembrar e come-morar as conquistas dos trabalhadores, lembrar daqueles que foram pesos torturados e até mortos porque lutaram para que hoje os trabalhadores possam desfrutar das regalias que hoje têm.
O 1º de maio não é um dia para os trabalhadores ovacionarem seus algozes patrões em festas e shows, é um dia em que eles devem se mobilizar em busca de melhores condições de trabalho, por uma jornada de trabalho menos exaustiva, por salários justos, por qualidade de ida, segurança, por escolas dignas de receberem os filhos deles, que são heróis nacionais.
sexta-feira, 26 de março de 2010
A que ponto chegamos
Por: Everton Marques de Carvalho*
Parece ciosa de “2012” ou “O dia depois de amanhã”, mas foi verdade o que aconteceu. Foi na Índia, em uma ilha de um arquipélago disputado entre este país e Bangladesh. A ilha fica no Golfo de Bengala e simplesmente sumiu sob o oceano Índico.
A culpa é de quem? Da natureza? Da Índia politeísta? De Bangladesh que é Cristã? A resposta é a máxima do pensamento acomodado: “A culpa é do sistema”. Ainda bem que não é da natureza, porque a coitada está sendo culpada injustamente de muita coisa.
A culpa é do sistema capitalista industrial imposto pela civilização euro-norteamericana que, sob o comando do Império de Satã, a quem chamamos carinhosamente de Estados Unidos da América, essas indústrias fazem com que o planeta fique com uma temperatura cada vez maior que a da casa de seu chefe.
* Graduando em História pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia; graduando em Pedagogia pela Faculdade Adventista de Educação do Nordeste; desenvolve estudos em Ciência Política (autodidática); e-mail: everton.mdecarvalho@yahoo.com.br
domingo, 21 de março de 2010
E disse Lula:
Lula surgiu como um líder para o terceiro mundo, faz relaçoes pacíficas com quem olha para o ocidente com mísseis nos olhos, foi fazer amizade com quem a Globo e a Veja vive falando mal, e de quem os EUA vivem com medo. Se não bastasse fazer amizade com Fidel, Ortega, Morales e Chavez, Lula foi trocar idéias com o presidene do Irã, com a Autoridade Palestina, com gente que odeia a civilização judaica-cristã-ocidental.
Sua frase mostra um pouco de seu caráter pacificador. O que ele quer é levar a paz ao Oriente Médio, mostrar que é tempo de fazer amigos, que não cabe mais um muro de Berlim, ou melhor, um muro de Belém na sociedade tão liberal que os ocidentais dominantes (OTAN) cobram. E eles que financiam a obra do Muro de Belém.
Sua frase mostra um pouco de seu caráter pacificador. O que ele quer é levar a paz ao Oriente Médio, mostrar que é tempo de fazer amigos, que não cabe mais um muro de Berlim, ou melhor, um muro de Belém na sociedade tão liberal que os ocidentais dominantes (OTAN) cobram. E eles que financiam a obra do Muro de Belém.
E cada uma...
Igreja cria curso na Itália para sogra não interferir em vida de casal. Foi isso que a BBC postou em seu site nesta semana.
Talvez esse seja o medo de que muitos casais se desfaçam. Pois, como já é sabido de todos, um dos grandes vilões de uma coisa chamada matrimônio feliz é a sogra. Repare num casamento, todos estão felizes, comemorando, mas a sogra do noivo não. Ela está ao lado de seu esposo, aos prantos, ela chora copiosamente, ao ponto de despedaçar-se em lágrimas, pois a sua filha está entregue aos desejos mais intrínsecos de um homem.
O pai da moça tenta confortá-la em vão. Mas a outra sogra, essa é mais complicada de lidar. A mãe do noivo. Enquanto a mãe da noiva inferniza o casamento não falando mal do homem, como faz a mãe da noiva. Mas ela fala mal de tudo na noiva, se a comida tem tempero, ela reclama, se falta tempero, reclama mais ainda. Quando a moça é magra e pouco pigmentada ela fala que seu filho vai passar fome ou que a moça é doente. Se a moça é pigmentada ou tem um pouco de carne, ela reclama porque sua nora é gorda.
Seja mão da noiva ou do noivo, as sogras farão de tudo para interferir no casamento de seus filhos, com o objetivo de recuperá-los, trazê-los de volta ao lar, como a galinha que quer todos os pintinhos sob suas asas. Mas a diferença é que quando os pintinhos viram galos elas ainda os querem de volta.
Esse curso é uma salvação para incontáveis matrimônios, pois estas sogras aprenderão que seus filhos devem um dia sair de casa, e irem constituir novas famílias.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Sobre os Direitos Humanos
Por: Everton Marques de Carvalho[I]
Foi veiculada na tarde de terça-feira (17/03), no Jornal Hoje, da TV Globo, uma notícia falando acerca de um fato ocorrido no interior do estado de São Paulo, em que uma mãe acorrenta seu filho à cama na tentativa de afastá-lo do uso do carck. Sabe-se que o crack mata em média no terceiro ano de uso.
O instinto protetor, exclusivo aos mamíferos, consiste no fato de os pais, ou a mãe fazerem o que for preciso para garantir o bem-estar de sua prole. Pois bem, com os seres humanos não é bem diferente. O caso ocorrido em 2009, quando uma mãe se joga num buraco sem saber nadar para salvar o seu filho de um afogamento resume isso, o Homem é um animal que usa a razão, as na maioria de suas ações são comandadas pelos seus instintos.
Para conter esses instintos foi criada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz em um de seus tantos artigos: “Todo ser humano tem direito à Vida e à Liberdade”, e foi se valendo desse princípio que o Estado de Direito existente no Brasil puniu a mãe. Dizendo que ela privou a seu filho da Liberdade e da vida.
Mas, que vida seria essa onde o menino estaria condenado a uma morte prematura, ou pela droga, ou elos que alimentam à sua morte lenta e dolorosa, não só pra ele, mas para toda a família? Que liberdade seria essa, sabendo-se que esse menino está preso ao vício que o matará em breve? Que liberdade terá essa família uma vez que esta também sofre os efeitos das drogas.
O eu essa mãe fez foi um gesto de amor, um gesto que expressa o quanto ela quer bem ao seu filho, um gesto que mostra o quanto uma mãe é capaz de querer bem ao seu filho. Mesmo sabendo que ele sofre, sofrendo em virtude do sofrimento de seu filho, mesmo sabendo que seria punida pelos “defensores” dos Direitos Humanos.
O Estado brasileiro deve sim lutar pelos direitos à vida, à liberdade, à uma vida digna. Não pelos que vivem a descumprir a Lei, os que fazem com que mães sofram em virtude da certeza da morte prematura de seu filho. O Estado deve lutar pelos Direitos Humanos dos que são humanos, dos que trabalham, dos que saem de casa para defender o seu pão feito de suor, pelos que precisam ser defendidos, não pelos que roubam e salteiam, dos que matam famílias inteiras.
[I] Graduando em Pedagogia pela Faculdade Adventista de Educação do Nordeste (FAENE); graduando em História pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); e-mail: everton.mdecarvalho@yahoo.com.br; home Page: http://arvoredaliberdade.blogspot.com/.
Assinar:
Postagens (Atom)
