Frase da semana

A manifestação popular é a legitimação da democracia (Dilma Roussef)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Bem Vindo à Marinha dos Estados Unidos

Problemas com o sistema de sanitários do porta-aviões USS George H.W. Bush está causando sérios transtornos aos mais de 5 mil tripulantes a bordo.

Já maginou fazer uma viagem, digamos, de Porto Alegre até Salvador em um ônibus sem banheiro e por uma rodovia completamente sem acostamento? É algo parecido com isso que os marinheiro do porta-aviões USS George H.W. Bush estão vivendo, com a diferença de que eles estão no meio do oceano.

Informações vindas da própria Marinha norte-americana dizem que todos os 423 banheiros da embarcação estão sofrendo com uma imensidade de problemas. Grande parte deles devido ao sistema de sucção a vácuo,que consiste em 400 kms de tubulações, e vêm apresentando falhas sistematicamente.

Embora pareça uma situação engraçada, na realidade essa circunstância está gerando diversos problemas para o bem estar dos mais de 5 mil marinheiros que estão à bordo do porta-aviões. Alguns alegam que levam mais de uma hora andando pela embarcação até encontrar um local onde possam fazer suas necessidades, enquanto outros acabam aliviando em garrafas, chuveiros ou pias.

Mas quem não tem essa sorte (ou não quer ser pego pelos oficiais agindo ilegalmente), principalmente no caso das mulheres, acabam tendo de segurar suas necessidades por tanto tempo que estão começando a desenvolver infecções urinárias devido ao problema com os banheiros.

Enquanto os marinheiros culpam a Marinha por ter criado um sistema falho, esta culpa os próprios usuários por estarem “dando a descarga” em materiais inapropriados.

O problema é tão sério que já exigiu dos engenheiros mais de 10 mil horas de mão de obra para tentar ser solucionado, mas ainda sem muito sucesso. Enquanto isso, os tripulantes da embarcação que custo mais de 6,2 bilhões de dólares, continuam buscando alternativas aos banheiros.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-militar/15398-falta-de-banheiros-em-embarcacao-obriga-marinheiros-a-darem-um-jeitinho-.htm#ixzz1dsw1TZff

domingo, 23 de outubro de 2011

Morre mais uma vítima do imperialismo: Muammar Kadafi

Essa foi a notícia veiculada na tarde de sexta-feira (hora de Brasília) pelo mundo. Assim como Che Guevara, Sadadm Hussein e recentemente Osama Bin Laden, Kadaffi foi mais uma vítima do imperialismo ocidental. Seu governo nacionalista, assim como os acima citados, se fechou aos interesses imperialistas, assim como os governos de Evo Morales e Hugo Chávez, Kadaffi quis fazer um país para os que nele nasceram, e não para os que o enxergam como uma fonte de riquezas.
As circunstâncias da morte deixam entender que, assim como Che, Saddam e Bin Laden, Kadaffi foi assassinado. Provavelmente foi morto covardemente, como é caraterístico dos assassinos profissionais que trabalham a mando da OTAN, principais olheiros nas riquezas do subsolo da Líbia, bem como do Iraque, Venezuela, Bolívia e até mesmo do Brasil.
A mando dos interesses imperialistas guerras são travadas, pessoas inocentes são mortas e nos acostumamos com isso, temos que dar um basta nisso. Quem os membros da OTAN pensam que são para matar a todos os que contrariam os seus interesses? Ao acaso seria um crime não compactuar com as políticas imperialistas? Tá na hora de parar com isso.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O Analfabeto Político

O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.

O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.

Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.

(Berthold Brecht)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Nobel da Paz 2011 é dividido por duas liberianas e uma iemenita

Por Gamal Noman | AFP

O Prêmio Nobel da Paz foi concedido nesta sexta-feira a três mulheres: a presidente liberiana, Ellen Johnson Sirleaf, sua compatriota e militante pela paz Leymah Gbowee e a iemenita Tawakkul Karman, ativista da chamada Primavera Árabe.

As três foram "recompensadas por sua luta pacífica pela segurança das mulheres e de seus direitos de participar nos processos de paz", declarou, em Oslo, o presidente do comitê Nobel norueguês, Thorbjoern Jagland.

"Não podemos alcançar a democracia e a paz duradoura no mundo se as mulheres não obtiverem as mesmas oportunidades que os homens para influenciar nos acontecimentos em todos os níveis da sociedade", acrescentou.

A liberiana Ellen Johnson Sirleaf, de 72 anos, passou para a história ao converter-se, em 2005, na primeira mulher eleita como chefe de Estado no continente africano, em um país de quatro milhões de habitantes traumatizados por guerras civis que, de 1989 a 2003, deixaram 250.000 mortos, destruindo suas infraestruuras e sua economia.

"Desde sua posse em 2006, contribuiu para garantir a paz na Libéria, para promover o desenvolvimento econômico e social e reforçar o lugar das mulheres", acrescentou Jagland.

Seu acesso ao poder foi possível pelo trabalho de Leymah Gbowee, "guerreira da paz", fundadora do movimento pacífico que contribuiu, em particular com a convocação de uma "greve de sexo", para terminar com a segunda guerra civil em 2003, assinalou o Comitê Nobel.

Lançada em 2002, essa iniciativa original levou as liberianas de todas as confissões religiosas a negar sexo aos homens até que cessassem os combates, o que obrigou Charles Taylor, ex-chefe de guerra convertido em presidente, a associá-las às negociações de paz.

"Leymah Gbowee mobilizou e organizou as mulheres além das linhas de divisão étnica e religiosa para pôr fim a uma longa guerra na Libéria e garantir a participação das mulheres nas eleições", assinalou Jagland.

A terceira laureada, a iemenita Tawakkul Karman, "tanto antes como durante a Primavera Árabe, teve um papel preponderante na luta a favor dos direitos das mulheres, da democracia e da paz no Iêmen", afirmou.

Karman, a primeira mulher árabe que recebe o Prêmio Nobel da Paz, numa primeira reação, declarou-se honrada e surpresa e dedicou seu prêmio à "Primavera Árabe".

"Trata-se de uma honra para todos os árabes, muçulmanos e mulheres. Eu dedico este prêmio a todos os ativistas da Primavera Árabe", declarou ao canal de televisão árabe Al-Arabiya.

"Este prêmio é uma vitória para a revolução pelo caráter pacífico desta revolução", afirmou a iemenita, entrevistada na Praça da Mudança em Sanaa, onde os opositores ao regime do presidente Ali Abdullah Saleh acampam desde fevereiro.

"Não esperava receber este prêmio e nem sequer sabia que minha candidatura havia sido apresentada", acrescentou Karman.

Sirleaf, por sua vez, afirmou que a distinção é um prêmio para todo o povo liberiano.

"Estou muito feliz com este prêmio, que é o resultado de meus anos de combate pela paz na Libéria", afirmou a presidente.

"Este prêmio é compartilhado com Leymah (Gbowee), outra liberiana, e é também um prêmio para todas as mulheres liberianas", acrescentou.

Até o presente, em 111 anos, apenas 12 mulheres receberam o Nobel da Paz.

A última mulher a ganhar esta distinção também foi uma africana, a militante ecologista queniana Wangari Maathai, que acaba de falecer.

Este anos, o Nobel da Paz registrou uma cifra recorde de 241 candidaturas de indivíduos e organizações.

O prêmio será entregue em Oslo no próximo dia 10 de dezembro, data do aniversário da morte de seu fundador, o industrial e filantropo sueco Alfred Nobel.

O prêmio consiste em uma medalha e um diploma e uma quantia de 10 milhões de coroas suecas, o equivalente a um milhão de euros.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Aos que usam a língua como lâmina...

...cuidado para não cortar a própria boca.
Muitas pessoas, de mentalidade atrofiada, não conseguem ver o sucesso dos outros, pensam que por levarem uma vida medíocre, os outros, que têm maiores objetivos e correm atrás deles, devem levar uma vida sem graça como as suas. Lembro-me bem de quando comprei meu primeiro veículo motorizado, era uma motoneta com um motor de 100cm³, mas foi o suficiente para despertar em muitos o pior sentimento que um ser que se diz humano pode ter, a inveja. Inúmeros boatos de que eu havia roubado a motoneta surgiram e logo eu tive de prestar esclarecimentos à polícia, como quem não deve não teme, levei a documentação da motocicleta à autoridade policial, contrato de compra, certificado de registro e licenciamento em meu nome e provei que tinha feito tudo corretamente.
Algumas pessoas pensam ser melhor que as outras por conseguirem um emprego em uma empresa conceituada, ou por terem uma aproximação mínima com uma pessoa que tem alguma projeção no meio em que vivem. Pensam que ser um puxa-saco, o popular baba-ovo ou como nos países hispânicos: chupa-média, é algo bom, perdem amigos, e não ganham dos que os cercam nada além de desdém e ojeriza, e pessoas que agem assim não merecem mais do que isso, merecem todo o desprezo e depreciação que pessoas secas, sarcásticas podem der a alguém.
Pessoas assim usam a língua para denegrir, difamar, diminuir os outros, acabam por fazer de língua um instrumento mortal, a todo tempo buscam derrubar os outros, maximizam qualquer falha alheia por mínimas que sejam, e fazem isso como se fossem perfeitos. Vivem a buscar a ruína do outro, e sem saber acabam eles mesmos se destruindo, ah, sabe a pessoa que disse que eu tinha roubado a motoneta, certa vez me pediu uma

Pedófilos aproveitam-se de campanha para agir em redes sociais



O sucesso das campanhas promovidas em favor da garantia dos direitos infantis tem facilitado a ação de pedófilos na Internet. Alguns deles estão se aproveitando do crescimento do número de pessoas que trocam suas fotos de perfil por desenhos para seduzir menores sem serem notados.

Esta tarde, a Delegacia Especial de Proteção à Criança recebeu a denúncia da mãe da menor M.C.A.M., de apenas 3 anos de idade, que foi vítima de um desses criminosos. O meliante seduziu a criança através de uma rede social, fingindo ser um personagem de desenho animado. Segundo a delegada Sônia Moura, ele ainda teria conseguido marcar encontro e praticado ato com a menor. A mãe, que pediu para não ser identificada, contou que intermediou o contato pela Internet, mas não achou que seria algo sério. “Eu nunca imaginava que o encontro aconteceria de fato. Pensei que era brincadeira somente. Sempre achei o Pikachu tão inofensivo… Até ri quando ele disse que estaria no carro de um moço de bigode na frente da escola dela. Bichinha da minha menina… Sonhava em casar virgem. E agora…”

A Diretoria de Proteção à Criança e ao Adolescente do Ministério da Justiça fez um apelo a todos os internautas. “Entendemos a boa vontade e apoio de todos que aderem às campanhas, mas pedimos que agora colaborem conosco retornando às imagens normais de seus perfis para que possamos identificar como mais facilidade os pedófilos”, pronunciou a diretora Jussara Leitte. Até o momento, estão sendo procurados, além do Pikachu, um Bob Sponja, dois Cavaleiros do Zodíaco, um Telettubie, uma Xuxa e, até mesmo, uma Maísa.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Brasil deve se opor a sanções contra Síria na ONU, dizem diplomatas

Camila Viegas-Lee e João Fellet

De Nova York para a BBC Brasil e da BBC Brasil em Brasília


Atualizado em 18 de agosto, 2011 - 04:54 (Brasília) 07:54 GMT
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Para diplomacia brasileira, sanções individuais contra a Síria poderia causar mais divisão
Apesar da crescente condenação internacional à Síria pela repressão a manifestantes civis, o Brasil deverá se opor, em reunião do Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira, à adoção de sanções ou novas ações coercitivas contra o regime de Bashar Al-Assad.

Na reunião do Conselho, serão discutidos os próximos passos do Conselho diante da violência na Síria, que já deixou 1,7 mil mortos e milhares de detidos desde o início dos protestos contra o governo, em março. A família Assad está no poder há 41 anos.

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Tópicos relacionadosOriente médio, Internacional Segundo diplomatas brasileiros, o Itamaraty defenderá medidas de pressão sobre Damasco para que interrompa a violência e implemente as promessas de transição à democracia.

No entanto, o governo avalia que é necessário dar tempo para que Assad mostre sinais de seriedade e organize um processo eleitoral que permita ao país deixar o modelo unipartidário.

Para a diplomacia brasileira, uma escalada de sanções individuais contra a Síria também seria negativa e poderia provocar ainda mais divisão no país, impondo obstáculos ao fim dos confrontos.

O Brasil prega ainda que os membros do órgão se mantenham coesos e que os elementos contidos na declaração presidencial aprovada pelo Conselho em 3 de agosto – que condena o uso das Forças Armadas contra os manifestantes e exige a implementação de uma democracia multipartidária – sejam cobrados insistentemente.

Ainda que todos os 15 membros do Conselho, no qual o Brasil detém assento rotativo, defendam o fim da violência na Síria, há diferentes opiniões sobre como alcançá-lo.

Na semana passada, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, exortou todos os países a cortar laços políticos e econômicos com Damasco.

Segundo Hillary, ao comprar petróleo e gás natural da Síria e lhe vender armas, os países dão a Assad fôlego para manter a repressão.

Os EUA já impuseram sanções unilaterais a Damasco e têm estimulado outros países a adotar medidas semelhantes.

Países europeus também adotaram sanções, e mesmo nações do Oriente Médio têm se posicionado contra Assad.


Conselho de Segurança discute violência na Síria, que já deixou 1,7 mil mortos (Foto: BBC)
Neste mês, a Arábia Saudita, o Bahrein e o Kuwait convocaram seus embaixadores em Damasco (medida diplomática que expressa reprovação à postura do governo sírio), e o chanceler turco, Ahmet Davutoglu, disse que os métodos das forças de segurança sírias eram "inaceitáveis".

Missão humanitária

Também nesta quinta-feira, uma investigação da ONU pediu para que o Conselho de Segurança considere denunciar a Síria ao Tribunal Penal Internacional.

Clique Leia mais: Síria cometeu crimes contra humanidade, diz relatório da ONU
Na reunião desta quinta, também deve ser anunciado o envio de uma missão humanitária do Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha, sigla em inglês) à Síria, com o qual o governo sírio teria concordado.

Em abril, o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou uma resolução em que condenou a repressão a manifestantes e pediu o envio de uma missão para investigar supostos crimes cometidos pelas forças de segurança sírias. No entanto, Damasco tem se recusado a receber a missão investigativa.

Para o Itamaraty, a aceitação do governo sírio a uma missão humanitária e a entrada da imprensa internacional representariam dois passos positivos em direção à solução dos conflitos.

Diplomatas brasileiros se opõem, no entanto, a ações mais incisivas, dizendo que elas poderiam desencadear reações indesejadas, como incentivar a oposição a rejeitar ofertas de diálogo e a exigir a queda da Assad – o que aumentaria o risco de confrontos.

Além disso, os diplomatas acreditam que medidas mais duras sinalizariam ao líder sírio que a comunidade internacional teria lhe fechado as portas, não lhe dando outra alternativa que não combater a oposição até o final.

Além de esperar que o governo Assad dê provas de seriedade e tome ações concretas, o governo brasileiro deseja que as decisões do Conselho de Segurança tenham respaldo regional e convençam mais membros da oposição síria a se engajar num diálogo com o governo com vistas a um entendimento.

Em 10 de agosto, uma delegação do grupo Ibas, integrado por Brasil, Índia e África do Sul, reuniu-se com Assad em Damasco. No encontro, o grupo pediu que o governo sírio considerasse a resolução do Conselho de Direitos Humanos.

Sanções à Síria"Mesmo sem essas medidas (mais duras), a situação já vem se deteriorando. É hora de dar passos adiante."

Peggy Hicks, diretora do Human Rights Watch
O grupo comunicou que é fundamental que o regime dê prosseguimento ao diálogo nacional e às reformas políticas, com o objetivo de atender às aspirações da população.

No encontro, o ministro para os Negócios Estrangeiros e Expatriados, Walid Al-Moualem, respondeu que a Síria será uma democracia livre, pluralista e multipartidária até o fim do ano e que um comitê jurídico independente foi formado para investigar a violência.

O Brasil quer aguardar o relatório desse comitê para saber se o país terá condições de julgar e punir os responsáveis pela violência. O Itamaraty acredita, no entanto, que a simples criação do comitê dá margem para que a comunidade internacional exija a responsabilização dos culpados e a imparcialidade do órgão.

Críticas ao Brasil

Embora elogiem a iniciativa do Brasil em buscar uma solução para o impasse na Síria, ONGs internacionais têm criticado a recusa da diplomacia brasileira em exercer uma pressão maior sobre Damasco.

Para a diretora da Human Rights Watch Peggy Hicks, o Brasil deveria se esforçar para que o governo sírio autorize o acesso da missão de investigação.

Hicks rejeita o argumento da diplomacia brasileira de que a adoção de medidas mais duras poderia levar à intensificação dos confrontos.

"Mesmo sem essas medidas, a situação já vem se deteriorando. É hora de dar passos adiante", disse à BBC Brasil.

Segundo ela, está claro que a Síria não acatou as sugestões do grupo Ibas, que ela classificou de "bem intencionadas".

Camila Asano, coodenadora de política externa e direitos humanos da ONG Conectas, diz que o governo brasileiro e o Ibas têm usado uma "linguagem branda demais" ao tratar da violência na Síria.

Ela condenou uma declaração do Ibas em que as decisões do governo sírio diante dos confrontos foram classificadas como "erros".

"Não foram erros, foram claras violações dos direitos humanos", diz.

Asano afirmou, no entanto, concordar com a cautela com que o Itamaraty tem tratado a ideia de uma possível intervenção militar na Síria, similar à que hoje ocorre na Líbia.

"Mas não é por condenar medidas coercitivas que o Brasil deve adotar um tom brando, que deixe o governo sírio numa posição confortável para manter a repressão", diz.